Confusão de poesia e luz,
chamas por toda a parte.
Se o sol se cansa
e a noite lenta
quer ir pra cama,
marmota sonolenta,
eu, de repente,
inflamo a minha flama
e o dia fulge novamente.
Brilhar pra sempre,
brilhar como um farol,
brilhar com brilho eterno,
gente é pra brilhar,
que tudo mais vá pro inferno,
este é o meu slogan
e o do sol.
Maiakovski (1920)
Só assim para passar esse dia cinza.
Quando as nuvens se recusam a deixar o sol iluminar a minha vida e me deixar mais feliz.
Que escolha eu tenho senão ser meu próprio sol?
Quando me recuso a ser o sol de outrém.
Outrém. Acho que é a primeira vez que escrevo essa palavra. rs
Outrém terminou com a minha linha de raciocínio...
E a palavra também.
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